domingo, 26 de abril de 2015

Seu nome científico significa: do (grego) sikalis, sukallis or sukalis = pequeno; (Latim)flaveola, flaveolus diminutivo de flavus = amarelo; ⇒ Amarelinho.

Características

Tamanho aproximado: 13,5 centímetros. Peso médio: 20 gramas. Cor amarelo-olivácea com estrias enegrecidas nas costas e próximo das pernas. Asas e cauda cinza-oliva. A íris é negra e o bico tem a parte superior cor de chifre e a inferior é amarelada. As pernas são rosadas. A fêmea e o jovem tem a parte superior do corpo olivácea com densa estriação parda por baixo, com as penas e cauda e tarso quase enegrecidos. Com 4 a 6 meses de idade, os filhotes machos já estão cantando, e levam cerca de 18 meses para adquirir a plumagem de adulto.
  • Sicalis flaveola brasiliensis (Gmelin, 1789) - ocorre no Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo. Machos com o alto da cabeça alaranjado brilhante, ultrapassando a região da órbita: Dorso oliva, com poucas estrias. Ventre amarelo brilhante. Asa marrom escura, com a borda externa das penas amarela. Cauda marrom escura, com as bordas das penas amarelas. Fêmeas e jovens com finas estrias na cabeça e no dorso, o crisso é amarelado. Um distinto colar amarelo estriado no peito, dividindo a garganta e o ventre, que são esbranquiçados. As fêmeas mais velhas tendem a ter o peito e o ventre mais amarelados, podendo lembrar a plumagem de machos.
    Os exemplares machos do Nordeste (em especial do PI, CE, RN, PB e PE) são de um amarelo mais forte e brilhante, com coroa vermelho-alaranjada e maior, dorso com poucas e finas estrias e levemente esverdeado (ao invés de oliva). As fêmeas, além de serem também amarelas, possuem igualmente a mancha vermelho-alaranjada no alto da cabeça, embora menor que nos machos. Alguns estudiosos preferem tratar tal forma como uma subespécie distinta.

Sicalis flaveola brasiliensis (Macho adulto)

Sicalis flaveola brasiliensis (Fêmea adulta)

Sicalis flaveola brasiliensis (Macho adulto do Nordeste)








  • Sicalis flaveola pelzelni (P. L. Sclater, 1872) - Canário-chapinha. Ocorre na Bolívia, ao leste dos Andes, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul. Os machos possuem a cabeça com estrias escuras, e a cor alaranjada não ultrapassa a região orbital. O dorso é mais densamente estriados que S. f. brasiliensis. Ventre com coloração amarela em geral mais apagada, principalmente no pescoço. Asas e cauda semelhantes à forma anterior, mas com muito menos amarelo nas coberteiras das asas. Fêmeas com as estrias da cabeça e do dorso mais largas que na forma anterior. Região peitoral densamente estriada, podendo formar um colar. Poucas estrias na região ventral, e o crisso segue a mesma cor do ventre (esbranquiçado).

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Venho aqui deixar algumas dicas de como preparar seu trinca ferro ,Existem técnicas e manejos, e também existe a questão da genética, devemos estar cientes dos aspectos genéticos do nosso trinca ferro para não buscar só 
na genética comportamentos que o criador só obterá após muito treinamento.
Alguns criadores ministram vitaminas para estimular trincas, mas isso deve ser feito com muito cuidado.

Quando estiver perto da temporada de torneios, nós devemos levar noss trinca ferro nos treinamentos, para assim ele começar a se ambientar a esse clima, 
na temporada de torneios, nós devemos deixar nosso trinca ferro muito tranquilo, evitando ao máximo o estresse, o trinca ferro deve ser mantido num gaiolão
durante a emana toda, retirando- apenas um dia antes do torneio do treinamento, você deve passa-lo para a gaiola de torneio, assim ele terá uma ambientação com a gaiola.
Pássaros novatos terá que ter um manejo especial, devemos leva-los aos poucos. e devemos reparar as reações e evoluções do novato.

O trinca ferro é um pássaro muito delicado para se preparar para torneios, esse texto trás algumas dicas de manejo, mas sabemos muda um pouco de individuo para individuo, então opte pela forma que você mais acha que vai dar resultado,eu particulamente gosto do passáro puro só na fibra.
Coleiro Bico Laranjeira
Sporophila Caerulescens

Os machos novos saem do ninho com a plumagem idêntica à fêmea. As fêmeas só cantam na epóca de reprodução.
Seu habitat são campos abertos e capinzais, ocorrendo praticamente em todo Brasil, com exceção da Região Amazônica e Nordeste.
- esse é o coleiro verdadeiro, admirado pela fibra e manejo simples bem treinados podem se tornar grandes campeõs.
Coleiro Paulista
Sporophila Caerulescens Hellmayri


Os machos novos saem do ninho com a plumagem idêntica à fêmea. As fêmeas só cantam na epóca do acasalamento.
Seu habitat são campos abertos e capinzais, ocorrendo praticamente em São Paulo, por isso o apelido de Coleiro Paulista.
- passáro lindo muito apreciado pela sua beleza alguns tem uma genética de muita fibra podendo ser treinados para badernas e torneios.
Papa Capim Bico de Chumbo
Sporophila Ardesiaca
Pode ser confundido com o Sporophila Nigricolis (Coleiro Bahiano) que se distingue por ter um cinza-esverdeado nas costas e na carapuça e amarelo no peito, mais comum do Brasil Central, Norte e Nordeste.
É mais comum na região de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo.
esse passáro quando acasalado adquire muita fibra podendo participar de badernas e torneios.

sábado, 11 de abril de 2015

Seu nome científico significa:Saltator similis⇒ Dançarino semelhante ao tangará.Como os termos latino Saltator e tupi Tangara têm a mesma transliteração- dançarino- encontrou-se no termo similis para o Saltator similis a forma de se demonstrar o motivo da utilização dessa terminologia.
No Brasil existem cerca de oito formas do gênero Saltator, todas relativamente parecidas. Apenas uma das espécies, o bico-de-pimenta é bem diferente, pois uma máscara preta desce até a garganta, e o bico tem uma cor laranja bem intenso. Muito caçado e apreciado por seu belo canto.
Também é chamado de trinca-ferro, bico-de-ferro, tempera-viola, pixarro, pipirão, estevo, papa-banana (Santa Catarina), titicão, tia-chica, chama-chico (interior de São Paulo) e joão-velho (Minas Gerais).

Características

Um pouco menor do que outras espécies do mesmo gênero, possuem o mesmo bico negro e forte que originou o nome comum dessas aves. Como no tempera-viola (Saltator maximus), apresenta dorso verde, cauda e lados da cabeça acinzentados. A listra superciliar é a mais comprida das três espécies (ave adulta), com o “bigode” menos definido e garganta toda branca. Por baixo, domina o cinza nas laterais, tornando-se marrom alaranjado e branco no centro da barriga. Asas esverdeadas. O juvenil não possui a listra tão extensa, sendo a mesma falhada ou inexistente, logo após saírem do ninho.
Bico bastante enérgico e fortificado (o quê deu cunho ao nome “trinca-ferro”), com cauda diferenciada em tamanho. Não existe diferenças corporais entre machos e fêmeas.
Seu canto varia um pouco de região a região, embora mantenha o mesmo timbre. Para diferenciar o macho da fêmea é necessário perceber o canto do macho e o piado da fêmea.
artigo sobre curió .curió (Oryzoborus angolensis) é uma ave passeriforme da famíliaEmberizidae, nativa do Brasil e muito apreciada pelo seu canto. Mede cerca de 15 cm, sendo que o macho é preto na parte superior do corpo e castanho-avermelhado na parte inferior, sendo a parte interna das asas na cor branca. Criado em cativeiro, presta-se a torneios de canto.
O
Os seus habitats naturais são: florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude e florestas secundárias altamente degradadas.